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Uniformização televisiva

Jamais atingiremos um estado de serenidade transcendental enquanto pessoas razoavelmente sensatas e pessoas tontas se sentarem juntas a ver coisas como o Big Brother.

  1. Catarina (sol_a_cores)
    7 Julho, 2010 às 11:53

    Deixaste o flog e viraste “sério” ehehe

  2. Pimpee
    8 Julho, 2010 às 20:42

    pois, e cheira – te bem :Z
    Eu andei lá a cuscar a tua nota ahaha mas já nem me lembro :P

  3. Pimpee
    8 Julho, 2010 às 20:45

    Tive 15 , mas eu achava que era melhor ahahah :P

  4. 11 Julho, 2010 às 12:52

    Eu sinceramente concordo discordando.
    Desde que não se sentem para haver APENAS BigBrother’s e afins.
    A grande questão é que os programas sérios, e realmente interessantes são trocados por programas de “distracção”.Se as pessoas guardassem um pouco do tempo delas para se dedicar um pouquinho que seja a cultura, a politica e coisas ( e programas) que realmente são importantes, sentarem-se um minuto a ver algum tipo de programas banais seria o menos preocupante !
    Mas , opiniões são opiniões :) !

  5. Alicia
    13 Julho, 2010 às 01:52

    Amor, pra variar amei o texto :)
    Mas este mais que o outro. Adorei a tua versao da historia, contada como deve de ser !
    Cada vez concordo mais contigo sobre esse assunto! lol
    Adoro.te

  6. 13 Julho, 2010 às 15:21

    Sempre existiram processos de observação do Real, quer em romances, quer na Dona Maria da esquina, até nas cantigas de escárnio e maldizer, etc.
    A existência de programação que se baseie na vida dos outros ou em experiência de condicionamento, assim como público para tal nunca me escandalizou nem me tirou do sério.
    Aliás, eu vi a primeira série do Big Brother a título de curiosidade, mas também vejo a programação da RTP2, também li Eça de Queiroz e Flaubert, mas também peguei num Zizek, num Huxley ou num T.S Elliot.

    É um processo bastante comum na sociedade, fazer com a repressão e crítica da minoria dita “literada” ou “acordada” (as in aware) junte flocos de multidão à volta de um fenómeno, se não houvesse essa controvérsia ninguém ligava. Se não houvesse lá ninguém a espicaçar “Isso é para bimbos!” não havia lá ninguém a defender com unhas e dentes “Estás-me a chamar bimbo? Estás a dizer que somos todos uns tótós? Não somos nada, agora até vamos dar mais audiência a isto do que merecia só porque me estás a chamar nomes feios.”, tão engraçados estes fenómenos.

    A questão é que sempre precisamos do Outro/Realidade/Oposição (odeio usar este termo, porque sou a favor do Nós e não dos Outros) ou da Fantasia/Ficção para nos recuperamos e fazermos manutenção de forças para o dia seguinte. Se o Manel fizer as coisas piores que nós, o nosso Ego é estimulado e no dia a seguir somos mais produtivos. Se o Manel fizer melhor que nós, como ele não pode ser melhor, vamos lá dar o livro. Se, por uns instantes, o nosso cérebro desligou das questões constantes e conseguimos repousar da seriedade que é estar vivo, no dia a seguir vamos fazer qualquer coisa mais felizes e com maior intensidade. E uma data de exemplos mais poderiam ser dados.

    É fácil criticar, ainda assim, onde nos leva tanto pensamento sem ser a delimitar ainda mais estas brechas e diferenças?
    Isso ou o meu curso de Filosofia está-me a fazer fritar de vez. xD

  7. 13 Julho, 2010 às 15:22

    *dar o litro e não o livro.

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