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Deus é um gajo rude!

Sim, pode ser blasfémia, mas é um facto!

Como podem vocês adorar um gajo que, mais velho que o próprio tempo (dizem eles) nunca teve a dignidade de mostrar o focinho aos biliões que lhe prestaram homenagem toda a Vida? O gajo é rude pá. E um parasita. Ele só trabalhou 7 dias na Vida toda! Cão ordinário, trabalha uma semana, e a malta que trabalha toda a sua existência idolatra-o. E mais! Faz um filho à pobre Maria, diz que o puto foi fruto de concepção divina (a desculpa mais esfarrapada da História) e ainda mete o pobre do Zé a trabalhar que nem um cavalo para lhe dar de comer. Sacana.

Passados uns anos está o filho a levar pancada à grande e o bacano não faz nada. Mesmo na cruz, o filho a sofrer como o caraças, o ordinário do pai desnaturado deixa o moço morrer, e só se lembra dele 3 dias depois. Para emendar a mão, ressuscita o rapaz como quem se esquece do puto no infantário, e leva-o para o pé dele, obrigando-o a sentar-se à direita dele. Além de não deixar o gajo escolher o lugar, ainda o chama lá para casa  numa de: “Estás a ver?! Tens que estar comigo porque se te deixo sozinho não fazes outra coisa para além de falecer!” Que bandalho! E o filho ainda passa pela vergonha de, trintão como já era, viver eternamente na casa do pai. Não se faz bolas!No meio disto tudo, ainda é autoritário, primeiro diz que somos todos iguais, mas depois veda o acesso ao paraíso e faz a escolha da malta que deve ou não morrer. Quando se aborrece provoca um terramoto, ou um tsunami, ou quando lhe apetece ver fogo de artifício lá faz um vulcão entrar em erupção. Não interessa muito o método. Tem é que morrer pessoas!

E depois é mesquinho o gajo. Andou enroscado com a Maria, mas impede (pelo menos tenta) o relacionamento entre os seus sacerdotes com o sexo oposto. O homem só pode ser um frustrado sexual. A Maria lá sabia… E as santas que ele tem debaixo de olho? As imagens que passam cá para fora são delas todas cobertas com túnicas até aos pés, para o pessoal não ver as top-models que ele tem à sua disposição! Assim a malta não o inveja, quando, no fundo, até tinha razões para isso!

Não dá para perceber. Se um gajo com estas características entrasse na nossa Vida, dizíamos que ele era um animal sem sentimentos, um pulha da pior espécie. Mas como lhe chamam deus (nem nome próprio tem, não passa de um mero substantivo) e dizem que o gajo é fodido tramado quando se chateia, a malta com medo diz que acredita nele. E ele ainda os obriga a juntarem-se em pequenos “campos de concentração” semanalmente a fim de saber com quem pode contar. Ditador é o que ele é!

Portanto, não andem com essa gente! Ele é feio porco e mau. Como podem vocês dizer que ele é a salvação? Se assim o é, bolas, prefiro não ser salvo e arder numa qualquer fogueira.

  1. 13 Julho, 2010 às 15:11

    Por isso é que aquele gigante conjunto de 72 livros são maioritariamente metáforas que faziam imenso sentido se aplicadas à época em questão.
    Resume-se a ser um guideline de moral, tal como o Código de Hamurabi ou o código de Ur-Nammu, ou qualquer outro índice de regras sociais com críticas à mistura.

    Ainda assim, em relação ao texto, acho que não diz em nenhum lado que Deus faz a separação de quem vai para onde, os actos previstos por livre-arbítrio conduzem-nos às consequências dos mesmos.
    Metaforicamente falando, se fores regrado e levares uma vida comedida, como tiveste menos riscos sofreste menores danos (à excepção vá, de imprevistos, sei lá, a tua terra ser varrida por um tsunami e perderes a casa, a natureza é assim). Se foste contra o “mandamento” de matar alguém, é bem provável que se vinguem em ti ou na tua família ou sejas condenado nem que seja pela tua consciência (à excepção dumas condicionantes psicológicas de malta que não sente remorsos), etc.

    Aliás, acho que Deus deve ser aquela coisa que usamos para não nos sentirmos tão culpados de decidirmos seja o que for por nós. Mais ou menos quando reprimimos memórias porque são muito pesadas para nós, também é mais fácil sustentar o nosso progresso e desenvolvimento de vida se não formos um acaso. Isso ou justificar a nossa necessidade de verter sangue adicionando-lhe uma causa por trás, em vez de dizer “porra, ainda somos animais com disputas de território e poder”.
    E atenção, eu sou crente.

    Creio que é preciso encarar as coisas tal como elas são, desde que fundámos conceitos sociais e comunidades precisámos de regras. Não acuses um senhor de barbas brancas que pode nem sequer existir, acusa o restante dos seres humanos que são tótós e atiram as suas frustrações, dilemas, dúvidas e erros para cima de ficção ou fantasia.

    E gosto sempre de dizer que “se Deus nos criou à sua imagem e semelhança”, também duvidou de si e também negligenciou muita coisa pelo caminho. ^^

  2. Pimpee
    13 Julho, 2010 às 20:22

    Isto está forte . Ironia e seriadade , gosto ahaha

  3. Ghost
    16 Julho, 2010 às 20:06

    AhahAhahAh está 5*

  4. David
    16 Julho, 2010 às 20:20

    lol 6*/5

    Muito bom ;)

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