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Alienações iranianas…

O Irão sempre foi um país, digamos, diferente. Diz-se democrático, mas oprime como se o amanhã nunca fosse chegar. Organiza eleições, mas fabrica os seus resultados. É, portanto e a meu ver, um país de brincalhões, que adoram fazer galhofa entre eles quando há uma corrida às urnas. E se for com umas balas pelo meio condimentadas com com umas palavras fervorosas do Hezzbolah, aí há festa rija assegurada.

Desta feita, os brincalhões daquele país decidiram achar que o Holocausto é uma mentira. Uma farsa inventada pelos judeus para estes atingirem os seus maléficos propósitos! Até o chefe dos brincalhões, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad afirma que o Holocausto foi “um conto de fadas”. Nada como umas palavras sábias de um líder, de vez em quando, para fomentar futuras brincadeiras.

No seguimento desta ideia, viu-se criada uma organização não governamental (dizem eles, os brincalhões) que refuta (ou tenta) a existência daquele tremendo crime. Para além da brilhante argumentação que possuem quando declaram que o Holocausto “é uma mentira tão óbvia, criada pelos judeus, que não precisa de explicações”, fizeram também um site para, digamos, ilustrar e vincar o seu ponto de vista acerca desta temática. O site consiste em 54 páginas de alienação e estupidez, ridicularizando os judeus, as suas ideias e tudo aquilo de que foram vítimas injustamente às mãos do III Reich.

Dadas as convicções, Hitler, para estes brincalhões, não passa de um gajo fixe e com um bigode bem aparado, que fazia parques agradáveis para o judeus passarem os seus tempos livres. Às vezes lá morria uma carrada deles. Mas são coisas do ofício. Não fazia muita diferença, pois estavam constantemente a chegar comboios turísticos cheios de novos judeus para conviverem com todos os outros que se encontravam nos campos de concentração parques.

Adorava vê-los, os brincalhões, a dizer tudo isto em frente às pessoas que sentiram nos corpos a frieza dos bastões nazis, ou nos estômagos o vácuo da fome nos campos de concentração. Será que sairiam de lá com a mesma quantidade de cabelos? Ou membros? Duvido…

Odeio religião, de qualquer tipo. Mas nutro um especial ódio por estes fundamentalismos irracionais, por estas atitudes e ideias mecanizadas que levam a estas situações. Todo um acto justificado pelo ódio irracional que nem eles conseguem explicar, porque não sabem. Triste atitude a destes brincalhões. Triste nação aquela que apenas dá Liberdade a quem lhe convém, sujando (ainda mais) o nome da Democracia.

  1. Ghost
    22 Agosto, 2010 às 19:02

    Auschwitz por exemplo era um parque aquático onde os judeus que morriam era por causa de demasiada felicidade. Enfim , há com cada um…

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